segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Faz hoje um ano

Faz hoje um ano que foi apresentado com pompa e circunstância o projecto de despoluição dos rios Diz e Noéme. Como diz o Tony Carreira, depois do anúncio mais nada.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Questões enviadas aos SMAS Guarda e ao vereador Sérgio Costa, no dia 5 de Novembro de 2017

Relativamente à poluição do rio Noéme, o estudo para a sua despoluição e o que foi dito no debate sobre Ambiente, promovido pela Rádio Altitude na última campanha eleitoral, onde interveio o engenheiro Sérgio Costa, gostaria de ver esclarecidas as seguintes questões:


1. Há alguma data prevista para entrada em funcionamento da Estação-Elevatória Quinta da Granja e transferência dos efluentes para a ETAR de São Miguel?

2. Se não há, o que está em falta para que tal não aconteça? De quem é a responsabilidade?

3. Gostaria de solicitar cópia dos protocolos estabelecidos entre os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento da Guarda, a Águas do Zêzere e Côa e a Têxtil Manuel Rodrigues Tavares, relativos ao encaminhamento dos efluentes da referida empresa têxtil para a ETAR de São Miguel através da Estação-Elevatória da Quinta da Granja. O documento que refiro, é um ofício (protocolo, contrato, minuta...) datado de 04 de Novembro de 2010, assinado pela AdZC, CMG e TMRT e enviado à ARH Norte. Fui informado da existência desse documento pela ADZC em email datado de 18 de Junho de 2014 em resposta a um conjunto questões que coloquei.

4. Foi dito no debate acima mencionado que todos os poluidores do rio (públicos e privados) estão identificados. Essa lista já foi entregue às autoridades? Continuam a poluir? O que já foi feito para que deixem de poluir o rio?

5. Foi referido no mesmo debate que estará quase concluído um estudo de despoluição do rio Noéme e Diz. Quando será apresentado publicamente?

6. Existe plano de execução, suas fases e datas de conclusão dos referidos trabalhos?

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Na Guarda há água em abundância

Só isso justifica que o rio Noéme esteja poluído há tanto tempo e não se resolva o problema. 

Temos tanta, de sobra e de boa qualidade que podemos dar-nos ao luxo de a estragar.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

"O que estão a fazer 25 cidades contra a falta de água", in Público

Na Guarda continua a haver um Rio poluído.

A notícia completa está aqui.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Prós e Contras, RTP

Se algum dirigente da Câmara Municipal da Guarda, do Governo ou de qualquer uma das entidades que possa fazer algo pelo rio Noéme estiver a ver o programa "Prós e Contras" que está a ser transmitido neste momento na RTP...

Gostaria de saber se vai dormir descansado hoje e se amanhã à primeira hora do dia vai tomar alguma medida que ponha fim ao Crime.

Digo o mesmo aos poluidores: se não têm vergonha na cara tenham ao menos a inteligência de perceber que também estão a contribuir para o seu fim.

Questões enviadas à empresa Águas do Vale do Tejo, no dia 29 de Outubro de 2017

1. Em debate promovido pela Rádio Altitude na última campanha eleitoral, o vereador Sérgio Costa da Câmara Municipal da Guarda disse e cito: "A ETAR do Torrão é um agente poluidor do rio Noéme". Confirmam esta informação?

2. Se sim, o que foi feito e quando, para deixar de o ser?

3. Alguma outra ETAR, nomeadamente a de São Miguel tem problemas semelhantes? E os efluentes das freguesias são devidamente tratados?

4. Os efluentes da empresa Têxtil Manuel Rodrigues Tavares já estão a ser reencaminhados para a ETAR de São Miguel através da Estação-Elevatória Quinta da Granja?

5. Há alguma data prevista para o início dessa operação?

6. Qual o ponto de situação deste processo?

7. Podem partilhar para divulgação pública os protocolos assinados entre a Águas do Zêzere e Côa, Câmara Municipal da Guarda e Fábrica Têxtil Manuel Rodrigues Tavares? A ARH Norte indicou-me que não os poderia solicitar por não ser a autora dos mesmos.

As resposta a estas questões serão publicadas no blogue Crónicas do Noéme



sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Um Amigo que parte

Faleceu Mário Martins.

Não o conhecia pessoalmente quando o contactei para que me falasse da "sua" Cooperativa de Camponeses do Vale do Mondego. Recebeu-me generosamente em sua casa. Muitas conversas depois, voltou generosamente a aceitar o pedido que lhe fiz de apresentar publicamente o livro "Guarda os produtos de cá" (fez por estes dias três anos). Encontrávamos-nos amiúde, muitas vezes no TMG.

Camponês entre camponeses, culto como poucos, era sobretudo sobre Agricultura e Natureza que falávamos. E do "seu" Vale do Mondego! Frontal, duro e corajoso a enfrentar os poderes, não se poupava a uma luta que considerasse justa. Amigo desta causa, do Noemi pois claro.

Ficamos todos mais pobres. Perde a Guarda um dos seus melhores.