quinta-feira, 27 de março de 2014

"Rio Noeme: financiamento da estação elevatória "estava perdido"", Rádio Altitude

http://www.altitude.fm/index.php/actualidade/181-rio-noeme-financiamento-da-estacao-elevatoria-estava-perdido-garante-amaro

Da reunião de Câmara Municipal desta semana afinal saíram mais factos sobre sobre a poluição do rio Noéme.

1. Que o dinheiro andava perdido e quem vai pagar é a Câmara Municipal da Guarda.

2. Que se vai resolver a questão das descargas poluentes com a entrada em funcionamento da Estação-Elevatória.

3. Que vai haver um estudo para avaliar a despoluição do rio Noéme.

4. Que não se consegue prometer a despoluição do rio nestes quatro anos.

5. Que nada é dito se o poluidor já faz o tratamento dos efluentes para os colocar na Estação-Elevatória e serem aceites na ETAR de São Miguel


Este blogue ainda vai passar o quinto aniversário.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Guarda - Cidade Anfitriã...


Seguiu hoje para a Presidência da República um dossier com informação sobre a poluição do rio Noéme.

terça-feira, 25 de março de 2014

"Rio Noéme", Rádio Altitude

Reportagem transmitida no programa "Casa da Rádio" no sábado 22 de Março e disponível aqui.

segunda-feira, 24 de março de 2014

"Rio Noéme: aquilo é só m****!", Rádio Altitude

Notícia transmitida no dia 23 de Março na Rádio Altitude e disponível aqui.

domingo, 23 de março de 2014

"Água corrente não mata a gente" ou que falta faz uma adequada gestão da água (1)


Hoje a água corrente pode matar a gente, mas nem sempre foi assim. Tempos houve em que era possível em dia de calor, curvar perante qualquer ribeiro e encostar os lábios à água para matar a sede. Ribeiros, fontes, nascentes tinham água com fartura para homens e animais. E não havia qualquer problema.

A degradação da qualidade da água nos dias de hoje não se deve apenas ao despejo dos efluentes nas linhas de água pois mesmo em rios não poluídos já não é aconselhável beber directamente na fonte. Isso explica-se porque as pessoas deixaram de cuidar da água. Pensemos naquilo que os nossos velhos faziam à água nos tempos da agricultura sem adubos e pesticidas: regos de água completamente desentupidos; terras lavradas e limpas que permitiam a infiltração nos lençóis friáticos; rios, ribeiras, ribeiros a caminhar sem obstruções em direcção aos rios maiores; águas constantemente renovadas pelas regas sucessivas no Verão. Faz-se hoje alguma coisa?

Não havia uma preocupação ambientalista consciente. Havia sim, um equilíbrio entre o que a Natureza dava e o que o Homem precisava no seu dia-a-dia. Por isso pensar que se resolvem problemas ambientais por decreto ou injectando capital no problema é um erro. Voltaremos a ter um ambiente equilibrado quando o Homem voltar a respeitar a Natureza e voltar a ver o que a terra dá como uma dádiva, porque só se cuida daquilo que se gosta.

Claro que no caso da poluição do rio Noéme o problema é muito mais complexo. Constata-se que faliram as leis e os que deveriam ser os seus aplicantes. O que resulta do capital investido no problema (tarde e a más horas) continua sem estar em funcionamento. Em relação às questões da gestão da água voltarei novamente ao tema.




sexta-feira, 21 de março de 2014

quinta-feira, 20 de março de 2014

Aguarda-se resposta dos SMAS Guarda

Aguarda-se resposta dos SMAS da Câmara Municipal da Guarda aos emails enviados a: 

- 20 de Novembro de 2013
- 24 de Fevereiro de 2014