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Agora que nasceu a "maior empresa da Guarda", nas palavras de O Interior, será que o diferendo sobre quem paga o quê entre a Câmara Municipal da Guarda, a Sociedade Têxtil Manuel Rodrigues Tavares e a antiga Águas do Zêzere e Côa, actual Águas de Lisboa e Vale do Tejo, vai ficar sanado e deixam de despejar os resíduos no rio Noéme?
Já vi esta história e estes argumentos noutro sítio.
A notícia completa pode ser lida na edição do Público de hoje.
A notícia pode ser lida aqui.
Sobre a carta que enviei a 8 de Maio ao Ministério do Ambiente e reencaminhada pela chefe de gabinete para o Inspector-Geral dos Ministérios do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia e da Agricultura e do Mar, não há qualquer resposta ainda.
É disto que vive a discussão na Guarda.
A "Sociedade Têxtil Manuel Rodrigues Tavares, Lda" foi autorizada a utilizar a conduta municipal para despejar os seus efluentes industriais desde que obedecessem aos critérios do Decreto-Lei Nº 236/98 conforme documento que aqui foi publicado. Era Maria do Carmo Borges presidente da Câmara Municipal da Guarda e Esmeraldo Carvalhinho, vogal do conselho de administração dos Serviços Municipalizados da Câmara Municipal da Guarda. Seguiram-se dois mandatos autárquicos com Joaquim Valente na presidência: no primeiro era vereadora do Ambiente Lurdes Saavedra e Vítor Santos, vereador das Águas e Saneamento. No segundo, o presidente acumulou a pasta do Ambiente e continou Vítor Santos nas mesmas funções. Actualmente é presidente Álvaro Amaro e vereador das Águas e Saneamento Sérgio Costa. Consultei a página do Municipio e não há neste mandato nenhum vereador do Ambiente. Vários Governos, ministros do Ambiente e administradores da ARH Norte passaram ao longo deste tempo.
O problema continua.