terça-feira, 16 de janeiro de 2018

"Governo quer incentivos fiscais e 'tara perdida' contra consumo de plástico", in Expresso

Completamente de acordo com as medidas apresentadas no artigo, contudo o Ministério do Ambiente e seus apêndices deveriam preocupar-se mais com o tratamento de efluentes e resíduos despejados nas ribeiras deste país.

Estamos em 2018, mas os comportamentos e a prática ainda são dos anos 80. Podemos parecer um país europeu, mas esgravatando um pouco, todos os dias vemos que somos mais parecidos com países em via de desenvolvimento. As estatísticas mostram uma coisa, mas o dia-a-dia encarrega-se de nos mostrar outra realidade.

Perguntas que continuam sem resposta

Continuam sem resposta as questões que enviei à Câmara da Guarda e à Águas do Vale do Tejo (Outubro/Novembro de 2017).

As perguntas foram publicadas aqui e aqui.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

"Deitar na sanita a água que bebemos é um luxo", in revista Sábado

"Acha que deveria haver uma campanha de sensibilização para a poupança da água? 

Sim, é extremamente importante, embora Portugal tenha diminuído o consumo de água per capita, o que quer dizer que as pessoas já têm alguma sensibilização. Mas de facto estamos numa situação de seca severa e é muito relevante que se tenha consciência disso e que haja solidariedade com as pessoas do meio rural, que vivem da agricultura. Se esta seca fosse na Idade Média, o País estava com uma fome generalizada, por não haver barragens. Devia haver circuitos paralelos para a reciclagem da água. Esta coisa de utilizarmos a mesma água para beber e para deitar na sanita é um luxo. Num País com tendência a ter um clima mais quente e seco, pode tornar-se complicado."

Interessante entrevista de Filipe Duarte Santos à revista Sábado de Outubro de 2017.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

"As nossas cidades são capazes de se alimentar? ", in Público

Um tema muito relevante no Público de hoje.

Os conflitos do futuro serão pela Água

Notícia sobre as discussões entre Portugal e Espanha a propósito do rio Tejo na edição do Público de 27 de Dezembro de 2017.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

E se a ARH Norte viesse para a Guarda?

Se o Infarmed vai para o Porto, a ARH Norte pode vir para a Guarda. Talvez assim veja os problemas e actue.

domingo, 7 de janeiro de 2018

"O livro da Água" de Leonardo da Vinci

Leio no Público que Leonardo da Vinci foi ecologista antes de haver Ecologia e que os seus estudos foram agora publicados em livro.


O "Livro da Água" reune os estudos dispersos que o génio produziu no século XV. Os autores "consideram que Leonardo da Vinci tinha “uma certa ideia ecológica do fim do mundo”, que se apresenta “assombrosa” em textos de “carácter premonitório”. Referem, por exemplo, a ideia do fluxo da água serem as veias do mundo: “E que o mundo, contrariamente ao que disse Aristóteles, não será eterno, e sim que terminará, e que o fará pelo esgotamento da água.”


Ao longo dos tempos o Homem considerou que os recursos do Planeta eram inesgotáveis. Sabemos hoje que não é assim mas pouco se está a fazer para reverter o processo. Ao ler-se isto "E os rios perderão as suas águas, e a frutífera terra não conseguirá gerar de si nenhum broto, e não crescerá sobre os campos a inclinada beleza da espiga; e assim morrerão os animais, não podendo nutrir-se com as frescas ervas dos prados; (…) e os homens, depois de múltiplas tentativas, de igual forma perderão a vida, morrendo por fim a espécie humana. E a terra fértil, rica em frutos, será transformada num deserto…” não podemos deixar de ficar com um nó no estômago de tão actual.