terça-feira, 13 de setembro de 2016

Os significados da "Mão" (1)


A Mão que anuncia terra franca, onde todo o tipo de crimes contra o ambiente podem ser cometidos?

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Lavar a mão no Noéme


Ou simplesmente lavar as mãos e deixar continuar o crime.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Carta aberta ao presidente da Câmara Municipal da Guarda

Conta-se que um dia Jean Monnet, já velhote, pediu a um seu trabalhador que plantasse um carvalho na quinta onde vivia. O trabalhador alertou que se deveria plantar outro tipo de árvore, de crescimento mais rápido, porque já não era jovem e corria o risco de não ver o carvalho medrar. "Plante-se ainda antes da hora de almoço", disse sem hesitar o ancião ao trabalhador.

Estamos a entrar no último ano do seu mandato autárquico e não conseguiu ou não teve vontade de arranjar uma solução para despoluir o rio Noéme. Sendo o problema complexo, tinha de ter sido a primeira prioridade. Contam-se pelos dedos de uma mão as suas intervenções sobre o assunto; quanto aos actos concretos, falam por eles as descargas poluentes que fomos testemunhando. Nunca foi para si senhor presidente algo de importante a fazer. Inexplicavelmente ou talvez não.

Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento informaram-nos em Agosto (de 2015!!) que já estaria instalado um painel de sondas para medição do efluente da fábrica de forma a puder ser conduzido para a ETAR de São Miguel. Faltariam uns ajustes definitivos... Passou um ano e continuamos sem saber em que estado está o processo mesmo com repetidos pedidos de esclarecimento.

Diga-nos senhor presidente: até quando teremos de continuar a moer-lhe o juízo com este assunto? Ou está convencido que este problema não estará na memória das pessoas na altura de depositarem o voto na urna?

(Carta enviada por email ao presidente da Câmara Municipal da Guarda, no dia 3 de Setembro de 2016)

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Quanto do dinheiro gasto em rotundas daria para a despoluição do rio Noéme?

O presidente da Câmara da Guarda encontrou um novo de modelo de desenvolvimento regional e tem apostado fortemente na ornamentação de rotundas e respectiva inauguração com pompa e circunstância. Abra-se um qualquer jornal da década de 80 e reconheceremos nas fotografias o estilo e as pífias figuras, com claro prejuízo neste caso para a Guarda.

Também o rio Noéme continua poluído apesar do dinheiro despejado pela CEE para que se escondessem e tratassem as misérias. Gente asseada não podia continuar a despejar o penico ora na rua, ora no ribeiro. O penico doméstico talvez, porque o industrial continuou a ter como destino as águas do rio. Num Verão em que tanto se falou de sanções e de castigos, não seria má ideia que alguém pusesse mão nisto.

Se rios poluídos e rotundas são coisa dos anos 80 o mesmo não acontece com os recursos financeiros. Não há neste momento o dinheiro que naquela época chegava todos os dias a Portugal. Sendo assim é necessário fazer escolhas e questionar qualquer cêntimo gasto pela Câmara Municipal da Guarda. Seja 10 ou seja 1000, urge perguntar: 

- A quem serve isto? 
- O que se faria com este dinheiro aplicado em planeamento ambiental e do território e concretamente na despoluição do rio Noéme?



segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Custe o que custar, gostem ou não os beneficiados

Mais do que palavras vãs de campanha eleitoral (olhe que ainda falta um ano senhor presidente!), gostaria que Álvaro Amaro pusesse fim às descargas poluentes na conduta municipal da Gata e despoluísse o rio Noéme.

"Custasse o que custasse; gostassem ou não os beneficiados".

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

"Esposende vai criar ribeiro artificial para evitar cheias", in Público

Porque há municípios que têm outras prioridades para além de inaugurar rotundas.